Nas Olimpíadas de Paris, diversas modalidades esportivas reservam grandes expectativas para os atletas brasileiros nesta quarta-feira, dia 31 de julho. O dia começa cedo com a equipe de triatlo feminino representada por Djenyfer Arnold e Vitória Lopes, precisando mostrar o seu melhor desempenho. A prova tem início às 3h da manhã (horário de Brasília), mas enfrenta incertezas devido à poluição nas águas do rio Sena.
O triatlo masculino, que deveria ter ocorrido em 30 de julho, foi adiado para o mesmo horário no dia seguinte, com Miguel Hidalgo e Manoel Messias representando o Brasil. Paralelamente, as condições das ondas em Polinésia Francesa têm atrasado as competições de surfe. As expectativas são de que as disputas recomecem e proporcionem bons resultados para os surfistas brasileiros.
Jogos Decisivos no Vôlei e Futebol Feminino
Um dos momentos mais aguardados da madrugada é o confronto da seleção masculina de vôlei do Brasil, comandada pelo técnico Bernardinho, contra a forte equipe da Polônia. Depois de uma derrota inicial contra a Itália, a seleção precisará se superar para manter vivas as chances de avançar para a fase final. A partida está marcada para às 4h da manhã, prometendo grandes emoções.
No judô, Rafael Machado entra em ação na categoria até 90 kg às 5h. Infelizmente, o Brasil não conta com representantes na categoria feminina até 70 kg. Já as provas de natação começam às 6h, com as finais previstas para as 15h30. Um dos destaques é a final dos 1500 metros livres feminino, onde Beatriz Diziotti busca uma medalha às 16h13.
Expectativas Altas no Futebol Feminino
Ao meio-dia, a seleção feminina de futebol enfrenta a Espanha, atual campeã mundial, em um jogo crucial da fase de grupos. A equipe precisa de uma vitória ou um empate para garantir sua vaga na próxima etapa sem depender de outros resultados. A torcida está confiante de que o time brasileiro mostre toda sua habilidade e determinação em campo.
Outros Destaques do Dia
Mais tarde, às 9h44, ocorre a final do BMX Freestyle com o brasileiro Gustavo Batista de Oliveira, conhecido como Gustavo Bala Loka, lutando por um lugar no pódio. Outras participações de destaque incluem a final individual do ginástica artística masculina com Diogo Soares, que obteve a 19ª melhor pontuação combinada na fase de qualificação.
Às 17h, a dupla de vôlei de praia, Evandro e Arthur, seguem em busca de mais uma vitória para manterem a campanha vitoriosa. A presença e a força dos atletas brasileiros nessas competições têm mostrado a capacidade de superação e o espírito de equipe, características marcantes em eventos de grande porte como as Olimpíadas.
Para a pugilista Bia Ferreira, um confronto decisivo pode assegurar pelo menos a medalha de bronze, reforçando o desempenho feminino nos esportes de combate e trazendo esperança de conquistas para o Brasil.
Um Dia de Superações e Emoções
O cenário olímpico em Paris está repleto de desafios e oportunidades para os atletas brasileiros. Este dia promete ser intenso e crucial, com grandes chances de medalhas e de superação em cada modalidade. A determinação de cada atleta está refletida na preparação e no compromisso em buscar o melhor resultado possível para o país.
A torcida brasileira segue apoiando e vibrando, esperando por grandes vitórias e celebrações que simbolizem o empenho e a paixão pelo esporte. Que os próximos passos dos atletas brasileiros continuem a inspirar e trazer orgulho, representando a nação com garra e talento nos Jogos Olímpicos de Paris.
12 Comentários
Esse dia tá pesado, mas o Brasil tá indo forte.
Boa sorte pra todos.
Sei que vão dar conta.
MEU CORAÇÃO TÁ NO VÔLEI FEMININO CONTRA A ESPANHA 😭❤️
SE ELAS GANHAREM, EU VOU CHORAR DE TANTO ORGULHO 💪🇧🇷
TEM QUE DAR, TEM QUE DAR, TEM QUE DAR!!
Polônia vai esmagar o Brasil no vôlei masculino, só quem não vê é quem não sabe de nada.
Essa seleção tá enfraquecida desde 2016 e o Bernardinho tá aposentado mentalmente.
Se não for um milagre, vai perder e cair fora.
E aí vão virar o foco no futebol feminino como se fosse a salvação da pátria.
Enquanto isso, a natação tá sendo ignorada e a Beatriz Diziotti merece mais respeito.
Se o Brasil não investisse só em esportes que dão medalha fácil, a gente tivesse mais tradição.
Todo mundo fala de vôlei e futebol, mas quem tá treinando o triatlo desde os 12 anos? Ninguém.
É só porque o vôlei é bonitinho e tem mais câmera.
É triste ver como o esporte brasileiro é tão superficial.
Se a gente investisse em infraestrutura, em nutrição, em ciência esportiva, a gente não precisaria depender de milagres.
Essa mentalidade de 'vai dar certo porque é Brasil' já virou piada internacional.
Parabéns, gente, mais uma Olimpíada de esperança e desilusão.
Quem acredita nisso ainda é ingênuo ou vendeu a alma pra alegria nacional.
Se a gente parar pra pensar, o esporte não é só sobre medalhas.
É sobre resistência, sobre quem levanta depois de cair.
A Djenyfer Arnold treinou no calor de São Paulo, nadou em águas poluídas, correu em estradas sem sombra - e ainda assim tá aqui.
Essa é a verdadeira vitória.
Não importa se ela chega em 12º ou 1º.
Elas já venceram só por não desistirem.
Se o Brasil realmente valorizasse o esporte, não tratava os atletas como produtos de mídia e sim como seres humanos com direito a apoio psicológico, nutrição e segurança.
Isso aqui é mais do que competição - é um retrato da nossa sociedade.
Quem vê só o resultado, não vê a luta.
E a luta é linda.
Se o Brasil aprendesse isso, a gente não precisaria de milagres.
Teríamos só excelência.
E aí, talvez, a gente não precisasse torcer com medo de perder.
Porque a gente saberia que já venceu antes mesmo de entrar no campo.
Esqueceram da Bia Ferreira?? Ela é a maior promessa do boxe feminino desde a Aline Silva, e ninguém fala nada!
Se ela vencer, é garantido bronze, e isso é HISTÓRICO, gente!
Se a gente tivesse uma mídia decente, ela já tava em capa da Veja!
Na verdade, o esporte feminino só é celebrado se for bonito, ou se tiver um vídeo viral.
Se fosse um homem fazendo o mesmo, todo mundo já tava falando que ele é o novo Adílson Rodrigues.
Isso é machismo disfarçado de esporte.
É só ver como a gente trata o futebol feminino: só quando a gente vai perder que todo mundo vira torcedor.
Se elas perderem, vão dizer que 'não era o momento'.
Se ganharem, vão dizer que 'foi sorte'.
É cansativo.
É curioso como a imprensa brasileira transforma qualquer confronto em 'batalha épica', mesmo quando a equipe está tecnicamente inferior.
Polônia é campeã europeia, tem um sistema tático impecável, e o Brasil ainda insiste em jogar com a mesma formação de 2008.
Bernardinho não adaptou o time à nova geração de levantadores.
E aí, quando perdem, dizem que 'a torcida deu a força'.
Isso é romantismo patológico.
Na verdade, o Brasil não tem estrutura para competir no mais alto nível desde que cortaram o programa de base nos anos 2000.
Enquanto isso, a Polônia investe em academias, ciência do esporte e psicologia de alto rendimento.
Comparar isso com 'coração' é ridículo.
Coração não vence partidas com 30% de eficiência de saque.
É hora de parar de mentir para nós mesmos.
Se o Brasil fosse bom de verdade, não precisaria de um jogo contra a Espanha para 'garantir vaga'.
Se fosse um time de verdade, já tava na final.
Essa 'esperança' toda é só ilusão.
É como torcer por um time que nunca treina.
Se você quer vencer, treina. Não fica esperando milagre no meio da quadra.
E ainda tem gente que acha que o futebol feminino é o futuro do Brasil?
É só porque é bonitinho e vira meme.
Se fosse um time masculino, ninguém daria bola.
É tudo marketing.
Eu tô aqui torcendo pra todas elas, mesmo que ninguém esteja olhando.
Quero ver a Beatriz Diziotti na final dos 1500m e gritar até ficar sem voz.
Quero ver a Bia Ferreira levantar o braço e saber que ela é uma guerreira.
Quero ver a equipe de vôlei feminino jogar com a alma, mesmo que perca.
Porque o que importa não é só a medalha.
É o fato de elas não desistirem.
É o fato de elas treinarem às 5h da manhã, com dor, com medo, com pressão.
E ainda assim, entram em quadra com sorriso.
Isso é o que me faz torcer.
Isso é o que me faz chorar.
E isso é o que o Brasil precisa lembrar.
Não é sobre vencer.
É sobre nunca parar.
Alguém viu o Gustavo Bala Loka treinando no BMX Freestyle?
Ele tá no pódio só por causa do nome, não por técnica.
Tem um japonês que faz manobras que nem o Tony Hawk conseguia.
Brasil tá na moda, mas não na elite.
É só porque a mídia gosta de 'personagem' e não de atleta.
Se ele fosse americano, ninguém daria bola.
É só porque ele é 'não tão sério' e tem um nome engraçado.
Isso é o que o esporte brasileiro tem de mais triste: valoriza o show, não o esporte.
o que o Brasil tá fazendo com o esporte feminino é uma vergonha
temos atletas que treinam em escolas públicas sem água potável e ainda assim vão pra olimpíada
enquanto isso o governo gasta bilhões em estádios vazios
as meninas do vôlei não têm estrutura nem de treinar direito
e aí querem medalha
isso é pedir pra alguém correr com perna de pau e depois gritar que ele é fraco
se a gente investisse metade do que gasta com futebol masculino no feminino
o Brasil já tava dominando o mundo
mas não, prefere esconder as meninas atrás de um nome bonito e um vídeo viral
isso é exploração disfarçada de orgulho
é triste
é repulsivo
é o Brasil mesmo
Se o vôlei feminino ganhar hoje, eu faço um bolo de chocolate e dou pra todo mundo no trabalho.
Se perder, eu tomo um café e falo que foi lindo mesmo assim.
Porque o que importa é que elas estão lá.
E que a gente tá aqui, torcendo.
É simples assim.
Menos crítica, mais apoio.
Menos julgamento, mais coração.
Elas merecem isso.
Todo mundo merece isso.
Se a gente realmente valorizasse o esporte como parte da educação, não teríamos que torcer com medo.
Se as crianças tivessem acesso a esportes desde cedo, sem a pressão de vencer, a gente teria uma geração mais saudável, mais resiliente.
O esporte não é só competição.
É lugar de aprender a cair e levantar.
É lugar de aprender que o outro também merece respeito.
É lugar de construir identidade, não só medalhas.
Quando o Brasil entender isso, a gente não vai mais precisar de milagres.
Porque a gente já teria uma cultura de superação, e não só de esperança.